quarta-feira, 29 de julho de 2015

Com a bíblia debaixo do sovaco e a suástica no coração - são eles: os "coxinhas"

Dia 16/08/2015 o fascismo, via GLOBO, convoca você para apoiar a milícia política da LAVA JATO 

Olhe bem para ele, o enviado de DEUS na LAVA JATO, mas o DEUS dele não escolheu você: preto, pobre, nortista ou nordestino! Tem que ser branquinho e do sul/sudeste!
"O fermento à direita

O Movimento Brasil Livre, o Revoltados Online e o S.O.S. Forças Armadas, vinculados ao que se define como direita, foram a vanguarda e usaram as redes sociais para chamar o protesto de 15 de março. Pregam contra o comunismo, pelo combate à corrupção e contra a interferência do Estado na economia. O Revoltados elegeu Jair Bolsonaro como maior porta-voz de suas ideias. O S.O.S. prega a intervenção militar. Todas essas organizações vão às ruas atacando as cotas, os nordestinos, os sem-teto e alguns usam símbolos como a suástica nazista. A corrupção (nos governos do PT) e o descrédito do Congresso e dos partidos (pesquisa MDA) criam a química perfeita para o ressurgimento dessa força." 

Colunista da GLOBO associa movimento convocados pela GLOBO ao NAZISMO - o rapaz corre risco de perder o emprego!

Esse JUIZ trabalha pra quem? Você ainda não desconfiou? A LAVA JATO é um milícia política!

Veja o advogado enquadrando o juiz SÉRGIO MORO, um juiz anômalo, esposo da assessora do PSDB 



O "estado fascista do paraná" agora ataca o programa nuclear brasileiro,  primeiro foi a PETROBRAS, quando destruírem tudo eles vão morar em Miami, se você ainda não desconfiou de nada e não tem a certeza que a LAVA JATO é uma farsa, você é um "coxinha"!

Quem tem que ser preso mesmo?

Moro tem mira certa: Petrobras e programa nuclear!

O Moro vai chamar o embaixador americano para assistir à “delação” do Almirante Othon?

É isso o que a penca de traidores quer
entregar: a base de submarinos em Itaguaí

Um juizeco de primeira instância, meia dúzia de policiais valentões de uma PF sediciosa e uns procuradores exibicionistas que ainda não fizeram a primeira comunhão decidiram entrar no âmago do Estado brasileiro e de seus mecanismos estratégicos centrais – e destrui-lo, em nome de uma suposta MORAL.

Pra isso, resolveram destruir a Petrobras.

E agora o programa nuclear brasileiro.

O Almirante Othon Silva não é um brasileirinho qualquer. 

Não é o ladrazinho baiano de meia tigela, mancumunado com o Cunha.

O Almirante Othon não pode ser grampeado no mictório!

Não pode ser vitima de um tri-delator ou de ladrões confessos.

Não pode ser moralmente torturado até confessar !

Confessar como funciona o sistema brasileiro de enriquecimento de urânio!

Othon Silva não é como, diz o Globo – traidor supremo – responsável pelo programa nuclear “paralelo”.

Othon Silva é responsável por um dos mais importantes – e abertos, transparentes – programas de beneficiamento de urânio do mundo!

Submetido à AIEA, agência da ONU para energia nuclear !

Em Israel, o Almirante Othon seria um herói !

Nos Estados Unidos, na França, na Inglaterra, no Paquistão, no Irã.

Aqui, é tratado como um punguista !

É porque o Brasil é um dos poucos países do mundo que tem urânio e sabe enriquecê-lo.

E isso não interessa a essa penca de traidores que está aí com a bandeira da ÉTICA na mão !

Othon Silva foi quem desenvolveu o programa nacional de beneficiamento de urânio, DEPOIS de, aluno bolsista no MIT, fazer a critica do programa nuclear alemão, o do Geisel.

Portanto, ao contrario do que dizem os trairas do Globo, ele não fez o programa “paralelo”. 

Othon desmontou o que pudesse existir de paralelo.

Othon é um herói da Independência do Brasil !

Para prende-lo ou coloca-lo sob suspeita nesse tribunal de Nuremberg que se instalou no PiG, é preciso tomar muito cuidado.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Mais advogados ameaçados no Pará, denuncia OAB

OAB denuncia ameaça de morte contra advogados do Pará

Advogados e autoridades públicas de Bragança foram vítimas de ameaça. 

10 advogados já foram assassinados em todo o estado desde 2011.

Dois advogados denunciaram nesta segunda-feira (27) à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/PA), no Pará, que estão sofrendo ameaças de morte. Os profissionais atuam em Bragança, no nordeste do estado, e estariam sendo vítimas de ameças juntamente com autoridades públicas do município. A OAB/PA garantiu que o caso será acompanhado pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão a Crimes de Representatividade (GAER).

Jakson Souza e Silva era presidente da Subseção da OAB em Parauapebas, município do Pará (Foto: Divulgação/ OAB-PA)
Jakson Souza e Silva está entre os advogados
mortos no exercício da função. Ele era presidente
da Subseção da OAB em Parauapebas.
(Foto: Divulgação/ OAB-PA)
“Nossa gestão jamais irá tolerar qualquer tipo de cerceamento à atividade profissional de um colega, muito menos atitudes que atentam contra a principal prerrogativa do advogado, que é a vida”, comentou o presidente da OAB/PA, Alberto Campos, ao sair da reunião.

De acordo com a OAB, de 2011 até este ano, 10 advogados foram assassinados e nove foram vítimas de ameaças ou atentados no Pará. A última execução ocorreu no dia 24 de janeiro, quando o advogado Jackson Souza e Silva, 45, presidente da subseção da OAB em Parauapebas, foi morto em Manaus por dois homens em uma motocicleta.

Ações

Grupo de Atuação Especial de Repressão a Crimes de Representatividade foi instalado no último dia 6 de janeiro, na sede da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Pará, em Belém. No ato de instalação, as autoridades presentes definiram que o grupo realizaria reuniões mensais, não descartando a possibilidade de promoção de reuniões extraordinárias.

Ao todo, quatro investigadores, dois escrivães e um delegado, que já integram diversas unidades especializadas da Polícia Civil do Pará, compõem a equipe.

A LAVA JATO é uma farsa criada para tentar colocar o PSDB na presidência da república, só isso - quem são os criminosos mesmo?

Odebrecht denuncia a farsa da Lava Jato !

O Moro pergunta o que já julgou ! E a PF ? Tá no Golpe !
O Conversa Afiada reproduz artigo de Fernando Brito, extraído do Tijolaço:


É impressionante a peça oferecida pela defesa de Marcelo Odebrecht em resposta ao “pedido de explicações” dirigido ao acusado pelo Juiz Sérgio Moro.

Claro que a imprensa, como fazem a Folha, Estadão e O Globo “puxam” para o fato de que não se “apresentou explicações” sobre as anotações do executivo.

A pergunta obvia é sobre qual o dever de apresentar explicações sobre fatos que não se constituem, em princípio, em ilícitos e nem mesmo em indícios de que possam ser ou ter relação com outros dos que o pretendem acusar.

É nenhum, em qualquer sistema de Justiça que não tenha como regras as da fábula do lobo.

Mas a dureza da peça vai além.

A comparação da Lava Jato com um “reality show faz uma evidente comparação com a “Casa do Big Moro Brasil”, onde os participantes ficam enclausurados, pressionados e monitorados enquanto são preparados para a ida ao “paredão”, onde disputarão entre si aqueles que serão eliminados ou os que cairão nas boas graças do público.

A defesa – exercida pelos advogados Dora Cavalcanti Cordani, Augusto de Arruda Botelho e Rafael Tucherman – aliás, só comenta uma das especulações servidas para a imprensa: as sobre uma menção a “LJ” e a “ações B”, como se fossem referências à Lava Jato e a iniciativas extra-legais, afirmando que se tratam, na verdade, das iniciais do colunista da Veja, Lauro Jardim e das ações da Braskem, gigante petroquímica controlada pela Odebrecht em sociedade com a própria Petrobras.

Mas, de fato, importa menos a defesa técnica e pontual, porque as acusações não são, em geral, também técnicas.

O texto da Odebrecht é político.

Ao questionar abertamente não apenas as acusações, mas os métodos empregados para formulá-la e a parcialidade do Dr. Sérgio Moro – afirmando que “parece fazer ouvidos de mercador” a qualquer argumento da defesa, aos agentes da Polícia Federal e à Força Tarefa do Ministério Público no caso, fica claro que a decisão de Marcelo Odebrecht e sua empresa é a de enfrentamento e não a de se amoldar, via “delação” , à acusação que recebe.

O que era, aliás, a regra, antes que quatro meses de prisão “provisória” transformassem a operação num amontoado de delações de parte a parte, onde uma dúzia e meia de pessoas dizem o que a polícia e o MP querem que digam.

É claro que nem Marcelo nem sua defesa esperam que argumentos e questionamentos vão impressionar Moro.

São apenas preparatórios para outras instancias judiciais.

Se nelas vão ter algum sucesso, diante do chantageamento que sobre todas exerce a pressão midiática é outra história.

Leia a petição da defesa de Marcelo Odebrecht, publicada na íntegra pelo site Jota, especializado em cobertura de tribunais e veja se não é mais uma peça de ataque que defesa:



EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR JUIZ FEDERAL DA 13ª VARA DA SEÇÃO JUDICIÁRIA DO PARANÁ



Pedido de Busca e Apreensão Criminal no 5024251-72.2015.4.04.7000

MARCELO BAHIA ODEBRECHT, nos autos do Pedido de Busca e Apreensão em epígrafe, vem, por seus advogados, respeitosamente à presença de Vossa Excelência, em atenção ao r. despacho lançado no Evento 437, expor o quanto segue:

Desde a prisão do peticionário, há mais de um mês, teve início a caça a alguma centelha de prova que pudesse, enfim, legitimar uma segregação baseada no nada.

Depois do emprego deturpado da teoria do domínio do fato, da utilização de uma mensagem eletrônica de quatro anos atrás (que nem foi o paciente quem mandou e que Vossa Excelência mesmo reconheceu que precisa ser mais bem investigada), e da transformação da presunção de inocência e do exercício do direito de defesa em causas de encarceramento, era mesmo de se imaginar que houvesse uma busca por algo que disfarçasse a colossal ilegalidade da custódia de MARCELO.

Polícia e Ministério Público Federal engajaram-se na missão com afinco, e para tanto deixaram a razoabilidade de lado.

O Parquet adotou estratégia tão clara quanto intolerável: tudo que surgisse relacionado a qualquer executivo de empresas do grupo Odebrecht seria, automaticamente, imputado também ao requerente. Por tudo, leia- se tudo mesmo – desde documentos velhos de autenticidade duvidosíssima, engavetados para serem usados a conta-gotas, até uma artificiosa correlação entre telefonemas e depósitos bancários lógica e cronologicamente estapafúrdia, e sempre sem qualquer liame com MARCELO.

A Polícia Federal não ficou atrás. Chegou mesmo a violar o sigilo da comunicação entre o preso e seus advogados, transformando um bilhete com tópicos para a discussão de Habeas Corpus – entregues aos defensores por um agente penitenciário, depois de ter sido a ele passado pelo requerente! – em uma esdrúxula ordem voltada ao cometimento do que seria o mais impossível dos crimes: destruir fisicamente aquela mesma mensagem eletrônica, há muito estampada no relatório policial, no decreto prisional e em dezenas de páginas de internet Brasil afora.

Já em despacho do último dia 21, Vossa Excelência instou a defesa a se pronunciar sobre o novo capítulo da tentativa de coonestar a prisão do peticionário. Dessa feita, a autoridade policial apresentou, em anexo ao Relatório Parcial do Inquérito 5071379-25.2014.4.04.7000, um relatório de análise de notas contidas em telefone celular apreendido na residência do requerente.

Em seu afã de incriminar MARCELO a todo custo, a Polícia Federal nem se deu ao trabalho de tentar esclarecer as anotações com a única pessoa que poderia interpretá-las com propriedade – seu próprio autor. Ao reverso, tomou desejo por realidade e precipitou-se a cravar significados que gostaria que certos termos e siglas tivessem.

E, mais uma vez, transformou as peculiaridades do processo eletrônico em sua aliada na tática de atirar primeiro e perguntar depois. Sabedora de que a livre distribuição de chaves eletrônicas tornou os processos da Lava Jato uma espécie de reality show judiciário, a polícia lançou no mundo as anotações pessoais de MARCELO e as tortas interpretações que deu a elas, e aguardou que fossem quase instantaneamente noticiadas como verdades absolutas.

Houvesse tido a cautela que sua função exige, e a Polícia Federal teria evitado a barbaridade que, conscientemente ou não, acabou por cometer: levou a público segredos comerciais de alta sensibilidade em nada relacionados aos pretensos fatos sob apuração, expôs terceiros sem relação alguma com a investigação e devassou mensagens particulares trocadas entre familiares do peticionário, que logo caíram no gosto de blogs sensacionalistas.

Lamentavelmente, a obstinação investigativa e persecutória de autoridades que atuam na Lava Jato parece ter turvado sua compreensão de que o país não se resume a um caso criminal. Há indivíduos, famílias, empresas, finanças, obras e empregos em jogo – no caso das empresas do grupo Odebrecht, são mais de 160.000! –, que deveriam impor um mínimo de cuidado na análise e divulgação de documentos e informações por parte dos agentes públicos, ao menos até que bem esclarecidos seu conteúdo e eventual pertinência com as apurações.

Com a intimação lançada no Evento 437, a defesa até imaginou que esse MM. Juízo decidira impor alguma ordem às coisas. Não obstante já então houvesse sinalizado que estava tendente a encampar as desatinadas interpretações da autoridade policial, ao menos optara por ouvir previamente a defesa sobre as anotações que, conforme vossas palavras, estavam todas sujeitas a interpretação.

Todavia, a inobservância injustificada da contagem de prazo do processo eletrônico para a defesa se manifestar, bem como a iniciativa de Vossa Excelência – estranha ao sistema acusatório que vigora em nosso país – de dragar documentos de inquérito que estava com vista ao Ministério Público Federal para oferecimento de denúncia já faziam prever o que viria.

Um dia depois de conceder o prazo que se esgota na data de hoje, Vossa Excelência não esperou os esclarecimentos da defesa para decretar de novo a prisão do peticionário, com fundamento exatamente naquelas anotações sujeitas à interpretação!

Escancarado, desse modo, que a busca da verdade não era nem de longe a finalidade da intimação, a defesa não tem motivos para esclarecer palavras cujo pretenso sentido Vossa Excelência já arbitrou.

Inútil falar para quem parece só fazer ouvidos de mercador.

O peticionário deplora, isso sim, o rematado absurdo de se considerar anotações pessoais a si mesmo dirigidas, meras manifestações unilaterais de seu pensamento, como atos efetivamente executados ou ordens de fato passadas. Ainda que o conteúdo dos registros fosse aquele nascido das criativas mentes policiais, rematado absurdo, nada indica que eles de algum modo tiveram repercussão prática, ou seja, que foram de fato implementados ou determinados a terceiros.

De mais a mais, o relatório de análise condensa anotações inseridas no campo “tarefas” do programa Outlook ao longo do tempo, umas em sobreposição a outras, sem qualquer ordem cronológica, muitas delas inclusive com seu conteúdo cortado automaticamente pelo programa por limitações de espaço no campo em que digitadas.

Impressiona, igualmente, a dubiedade do discurso de Vossa Excelência. De um lado, quando intima a defesa, assevera que “tudo está sujeito à interpretação”. De outro, porém, antes mesmo de ouvir explicações, prende novamente quem já está preso dando por certo aquilo tudo que estava sujeito a interpretação!

Isto é: mesmo sem poder assegurar o sentido das anotações, e muito menos se elas surtiram efeito prático, Vossa Excelência não hesitou em empregá-las para o mais drástico propósito.

Ademais, esse ínclito Magistrado acabou por encampar o indecoroso uso que a Polícia Federal fez daquilo que a r. decisão tachou de “o trecho mais perturbador” das anotações.

Nos dizeres do relatório policial, quando o requerente escreveu “dissidentes PF”, ele estaria se referindo à Polícia Federal, e teria “a intenção de usar os ‘dissidentes’ para de alguma forma atrapalhar o andamento das investigações”. E mais: “se levarmos em consideração as matérias (grampos na cela, descoberta de escuta, vazamento de gás, dossiês) veiculadas nos vários meios de comunicação, nos últimos meses, que versam sobre uma possível crise dentro do Departamento de Polícia Federal, poder-se-ia, hipoteticamente, concluir que tal plano já estaria em andamento”.

A perfídia é inominável.

Às voltas com denúncias reportadas por seus próprios integrantes de que membros da Força-Tarefa teriam plantado uma escuta ilegal na cela de presos, e depois tentado acobertar fraudulentamente esse gravíssimo fato, o Delegado de Polícia Federal que assina o relatório do inquérito insinua que por trás disso estaria…o peticionário! E não só desse fato, como também de um “vazamento de gás” nas dependências daquele Departamento!

Ao que parece, quem tem um “plano em andamento” é uma parcela da própria Polícia Federal: expiar seus aparentes pecados à custa de MARCELO, para tanto subvertendo o sentido de palavras e adivinhando o significado de siglas na forma que lhe convém.

Aliás, será que Alberto Youssef, que desfruta de infinita credibilidade perante a Polícia, Ministério Público e esse MM. Juízo Federal, também faz parte do “plano em andamento” levianamente atribuído ao requerente?

Afinal, não custa lembrar que foi o eterno delator quem revelou a existência da escuta em sua cela, e afirmou categoricamente que sabia estar sendo monitorado desde o primeiro dia de prisão pela escuta que a Polícia Federal, até hoje, afirma que se encontrava desativada àquele tempo…

Ora, uma leitura minimamente neutra das anotações selecionadas pelo agente policial que figurou como analista destacaria também as inúmeras passagens que revelam a preocupação do peticionário em esclarecer sociedade e mercado, além de dar guarida a medidas de investigação independente e de apuração interna (Evento 124, Anexo 11, pp. 3, 4 e 8, por exemplo).

Preferiu-se, entretanto, tomar “LJ” por Lava Jato ao invés de Lauro Jardim, e “ações B” como providências do submundo, e não como alusões justamente à nota sobre a auditoria interna da Braskem publicada na mesma coluna:

Economia – Nova postura

Desde que as investigações, grampos, depoimentos de presos e delações premiadas foram envolvendo a Odebrecht na roubalheira da Petrobras, a empresa manteve uma postura imutável: negava tudo em comunicados escritos em tom peremptório, beirando o raivoso. Foram dezenas de textos escritos neste diapasão.

Agora, há algo de novo no ar. A Braskem, sociedade entre a Odebrecht e Petrobras, mandou à CVM um comunicado em que “à luz das alegações de supostos pagamentos indevidos para seu favorecimento em contratos celebrados com a Petrobras “, admite que “deu início a um procedimento de investigação interna”.

Certamente, não por vontade própria, mas por uma obrigação com o mercado de ações – não só brasileiro, pois a Braskem tem também ADRs negociadas na Bolsa de Nova York.

Informou também que contratou “escritórios de advocacia no Brasil e nos EUA com reconhecida experiência em casos similares para conduzir a investigação”. Não disse, porém, que escritórios são esses.

Por Lauro Jardim

Tags: Braskem, Lava-Jato, Odebrecht

Braskem: investigação interna

Enfim, uma vez oferecida a denúncia, e porventura recebida em parte ou na sua integralidade, cumpre respeitar-se daqui em diante o rito do Código de Processo Penal, reservando-se o interrogatório do acusado para o final da instrução.

Esse o contexto, além de lamentar que o empenho em se lhe aplicar pena sem processo tenha chegado a esse ponto, o peticionário requer o imediato desentranhamento dos autos do inquérito policial de informações, notas ou conversas privadas que não possuam relação com o caso, de modo a evitar a indevida exposição de terceiros alheios à apuração.

Requer ainda seja prontamente determinado à Polícia Federal que se abstenha de lançar, neste ou em quaisquer outros autos do sistema e- proc, documentos físicos ou eletrônicos sem prévia definição de pertinência com o objeto dos autos. Na eventual impossibilidade de assim se proceder, de rigor sejam gravados daqui em diante com grau mais elevado de sigilo os documentos carreados para os autos, na medida em que o nível atual de sigilo do processo eletrônico em tela não tem logrado impedir reiterados vazamentos na imprensa.

Termos em que,
Pede deferimento.

Atuação de procurador do Paraná é comparada a terroristas da ditadura militar, do atendado do Rio Centro

PROCURADOR QUE NÃO PEGA TUCANO QUER MUDAR A LEI, DEVE SER PRA LIBERAR GERAL OS CORRUPTOS DO PSDB



DALLAGNOL QUER APOIO DE 1,5 MI CONTRA CORRUPÇÃO, MAS DESDE QUE OS CORRUPTOS NÃO SEJA COXINHA DO PSDB

A operação e a farsa continua - veja se o procurador e o juiz não parecem membros do PSDB paulista - tá na cara!

Procurador e juiz que passam longe do ninho da corrupção do PSDB quer mudar a lei, talvez ele saiba que fez bobagem e agora arranjará um álibi, a culpa é da lei, Hitler mudou a lei pra pegar os judeus, essa república do Paraná é uma temeridade, querem destruir o Brasil, algo que nem os corruptos do PSDB conseguiram.

Os fascistas do Paraná são um perigo, será que querem mudar a lei pra pegar pobre ou você, nortista e nordestino, talvez ele queira mudar a lei pra pegar você, pra pegar tucano é que não é!

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Prefeito, em 2015, já gastou R$ 100 MILHÕES em obras - mas a cidade não vê nem obras e nem o dinheiro!

Estradas rurais intrafegáveis em Parauapebas, mas gastos com obras que ninguém vê ultrapassam os R$ 100 MILHÕES, apenas em 2015





A cada dia a situação piora nas estradas rurais

As fotos são desse fim de semana, essas são as obras nas estradas rurais, governo VALMIR DA INTEGRAL instalou um caos. 

Na área urbana situação é pior

Nos bairros da área urbana de Parauapebas a situação é bem pior, mas o incrível é que o prefeito já efetuou o pagamento de mais de R$ 100 MILHÕES para obras e instalações, isso apenas de janeiro a julho, uma fortuna que nenhum município do Pará tem a disposição, nem a capital Belém, mas em Parauapebas, apesar do inexplicável gasto, a cidade padece com buracos por toda parte, o maior deles, como se vê, é na execução orçamentária do governo VALMIR DA INTEGRAL. 

Veja como o governo VALMIR DA INTEGRAL gasta os recursos de Parauapebas, as obras ninguém vê, mas o dinheiro "se vai", o vento leva



Escutas telefônicas revelam esquema no gabinete do prefeito de Parauapebas

O "modus operandi" do governo VALMIR DA INTEGRAL e seus operadores no "esquemão"

A Câmara é apenas um órgão auxiliar para as atividades criminosas efetivadas na prefeitura de Parauapebas 


Gimar Moraes e Flávio Sacramento são flagrados em escuta telefônica: onde conversam sobre uma licitação em andamento e fazem acusações ao vereador JOSINETO. Diante do teor escandaloso da conversa, causa surpresa que apenas o vereador JOSINETO tenha sido preso - que venha o GAECO!

Com a divulgação da transcrição de algumas escutas telefônicas, Parauapebas começa a entender que os fatos ocorridos na Câmara Municipal é "brincadeira de criança" perto do "esquemão" operado dentro do gabinete do prefeito municipal de Parauapebas.

Veja a denúncia que levou à prisão do JOSINETO, ao que parece, embora seja grave a falsificação de um documento público, o teor da conversa entre o chefe de gabinete do prefeito de Parauapebas e o Sr. FLÁVIO SACRAMENTO revela condutas gravíssimas, mas resta a população de PARAUAPEBAS esperar que o GAECO apresente as denúncias contra o crime organizado que ainda controla a prefeitura de Parauapebas: 





 







domingo, 26 de julho de 2015

Dia 16 de agosto a GLOBO marcou um encontro com eles

Eles odeiam o povo brasileiro e o Brasil - simples assim!

Charge do Bessinha no Conversa Afiada

O que Lula fez para merecer uma perseguição tão vergonhosa da imprensa?

Todos sabemos, ou devíamos saber. Ele colocou a desigualdade na agenda nacional, um anátema para os bilionários donos da mídia.

Mas vamos abordar o caso por outro ângulo.

O que Lula não fez para sofrer caçada tão impiedosa?

Essa é fácil.

Ele não tratou com a devida importância a questão da regulação da mídia.

A posteridade discutirá se ele acertou, ao evitar uma encrenca, ou se errou, ao não enfrentá-la.

Pessoalmente, acho que errou.

Todas as sociedades avançadas regulam sua mídia, como todos os demais setores econômicos.

A imprensa não está acima da lei, esta é a lógica, embora no Brasil os donos de jornais se comportem como se estivessem.

Mídia não é beneficência, é negócio, e como tal tem que se tratada. Veja as fortunas dos proprietários das empresas jornalísticas.

Os porta-vozes dos barões alegam que regular é censurar, mas quem acredita nisso acredita em tudo, como disse Wellington.

Regular é colocar ordem.

A Inglaterra, nestes dias, está na fase final de uma reforma nas regras da imprensa.

Um dos pontos centrais, nas mudanças, é inspirado na legislação da Dinamarca.

Quando os jornais dinamarqueses cometem um erro contra alguém, são obrigados a publicar a correção no mesmo lugar em que deram a notícia equivocada.

Na primeira página, se foi assim.

Este tipo de coisa tem duas virtudes essenciais.

A primeira é que a sociedade fica mais protegida do poder destrutivo da mídia. E a segunda, não menos relevante, é que a imprensa é forçada a ser mais precisa na publicação de suas matérias.

Precisão é tudo numa publicação. Joseph Pulitzer, talvez o maior jornalista da história, exigia de sua equipe precisão, precisão e ainda precisão.

O ambiente de relaxamento de regras em que vive a imprensa brasileira estimula a produção em série de erros – sobretudo, é claro, contra inimigos como Lula.

Num caso histórico, a Veja publicou um dossiê – que depois se comprovou barbaramente fajuto – com contas no exterior de líderes petistas, a começar por Lula.

O argumento da revista é inacreditável para quem leva a sério jornalismo: “Não conseguimos provar e nem desmentir.”

Por muito menos que isso, qualquer revista estaria morta em países em que não há leniência corrosiva para a mídia, como os Estados Unidos ou a Inglaterra.

Ainda no campo do espaço para retratações, um dia será reconhecido como escárnio ao público o procedimento da Folha.

A Folha assassina uma reputação na manchete (Dirceu é uma vítima contumaz) e depois corrige seu erro num rodapé que ninguém lê, a infame seção “Erramos”.

Lula não avançou, em seus oito anos, na questão das regras para a imprensa.

Hoje, ele paga o preço disso.

Se o Globo, para ficar num exemplo, tivesse que publicar uma retratação no mesmo lugar em que cometeu um erro, dificilmente teria dado como “secreta” uma reunião de Lula que o próprio jornal noticiou, poucos anos atrás.

A agenda apreendida na casa do prefeito de Parauapebas com doações ilegais pode ter o nome de JATENE

Prefeito de Parauapebas quer renunciar, VALMIR DA INTEGRAL tem medo de parar no presídio ANASTÁCIO DAS NEVES, já lhe avisaram que a proteção prometida por JATENE não se sustentará, dizem assessores mais próximos  


O DIÁRIO DO PARÁ questiona o destino da agenda apreendida na casa do prefeito de Parauapebas, com anotações que revelariam crimes eleitorais em 2014, na dita "agendinha", dizem, tem a relação dos valores distribuídos para políticos e membros de um certo Tribunal de Contas.

Jornal erra 

O questionamento é pertinente, mas o jornal erra quando tenta passar um caráter político para a atuação do Procurador NELSON MEDRADO, uma crítica injusta. 

Nem tudo é política, como ocorre na operação LAVA JATO, aquela operação que escolhe o que investigar e a quem investigar, que tem um juiz exclusivo (tipo Nuremberg), juiz cuja esposa tem larga folha de serviços prestados ao PSDB, juiz que segue o "script" da  Globo, da "famiglia marinho".

Governador e conselheiros - foro privilegiado

Caso a agenda do prefeito de Parauapebas tenha o nome do governador do Pará e de conselheiros de um Tribunal de Contas, o foro sobe pra Brasília, tanto o governador quanto os conselheiros serão julgados pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), para ilícitos penais, se existentes.

Improbidades serão julgada em Parauapebas

Para os ilícitos  que configuram improbidade administrativa, que são evidentes e já estão provados, o foro é Parauapebas. Aliás, há muito tempo VALMIR DA INTEGRAL já deveria ter sido afastado do cargo, a cidade teria poupado muitos recursos e não  estaria vivendo sua maior crise política e econômica.

Bifurcação

As ações contra VALMIR DA INTEGRAL serão bifurcadas, as que apontam crimes terão que ser apresentadas ao Tribunal de Justiça do Pará, mas as  ações pela prática de improbidade administrativa segue no foro local, em Parauapebas.

sexta-feira, 24 de julho de 2015

ACARÁ: População aplaude operação Murucutum do MPPA no combate a fraudes em processos licitatórios


A população do Acará recebeu com aplausos e coros de vivas os integrantes do Ministério Público quando do início da operação Murucutum deflagrada pelo órgão ministerial nesta quinta (23) no município de Acará, nordeste paraense.

O Ministério Público do Estado do Pará por meio do Núcleo de Combate à Improbidade Administrativa e à Corrupção (NCIC) e do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) deflagrou hoje, 23, nos municípios do Acará e Belém, a Operação Murucutum, com objetivo de combater as fraudes em licitações. Quatorze (14) policiais militares e bombeiros do Gabinete Militar do MPPA apoiaram à operação.

Os membros do Ministério Publico que coordenaram as ações tanto do GAECO como NCIC assim se manifestaram sobre a Operação Murucutum.

O promotor de Justiça, Harrison Henrique da Cunha Bezerra que atua no GAECO assim se manifestou sobre os indícios de irregularidades nos processos licitatórios investigados e explicou o porque da operação se chamar Murucutum.


“Umas das possíveis irregularidades seria a construção irregular pelo município do Acará de uma escola na ilha do Murucutum, o que inicialmente chamou bastante nossa atenção, porque a localização geográfica dessa escola não é no Acará,já é dentro de Belém,justamente na ilha do Murucutum, por isso foi denominada assim a nossa operação. Inclusive na construção dessa escola nós já apuramos irregularidades, como o fato de boa parte do pagamento ter sido efetuado a empresa antes mesmo da construção da própria escola. Sabemos que o pagamento pelo poder publico é feito a partir em que a obra se inicia, o que não ocorreu nesse caso”.

Comentou sobre o cumprimento dos mandados e explicou que o MP começou a investigar a partir de denúncias feitas por vereadores do município.


“Foram cumpridos 8 mandatos de busca e apreensão. O MP recebeu denúncias de 3 vereadores do município a respeito de irregularidades nos contratos administrativos da prefeitura do Acará, que vão desde a aquisição de alimentos, ate mesmo a prestação de serviços contábeis. Foram 6 meses de investigação até chegar a operação. A Empresa de Analzildo,posteriormente passada para o nome do filho, prestava serviço para varias secretarias do Acará, pra um município pequeno que rendia valores muitos alto, aproximadamente em torno de R$1 milhão de reais. Foram feitas também busca e apreensão no que se refere ao transporte escolar, todos os contratos são fraudes licitatórias” finalizou .

O promotor Hélio Rubens Pinho que auxilia nas operações do NCIC assim se reportou:

“Durante a busca nos percebemos alguma coisa que indica montagem de processo licitatório. Ex: processos do inicio ao fim sem assinatura nenhuma e sem numeração de páginas, e que nem todas as empresas assinavam as atas e a maioria das propostas que vem em envelope lacrado para garantir a concorrência da licitação do valor de cada empresa ainda estavam fechados. Todos esses elementos que tivemos acesso hoje indicam a principio, montagem de processo licitatório pra justificar gasto publico. Foram mais de 10 procedimentos de alto valor para um município pequeno. A ideia de busca e apreensão é justamente juntar provas para que elas possam servir pra uma propositura de uma ação penal”, concluiu.




Por fim o coordenador do NCIC procurador Nelson Medrado assim se manifestou.

“Na realidade começou tudo com 3 vereadores indo ao MP trazendo a denúncia de irregularidades licitatórias. As investigações preliminares já nos informaram que, por exemplo, Anasildo Morais transferiu a empresa para o nome do filho já no meio da operação, que em dois contratos ganha mais de 2 milhões de reais”.

Aplausos

Medrado faz um observação em sua manifestação que confirma o porquê dos aplausos ao Ministério Público pela operação contra a prefeitura local, diz o procurador “O povo está indignado. Inclusive houve uma interdição na estrada no Acará porque o pessoal da educação estava sem receber o mês de julho. Esse foi um dos indicativos que alguma coisa errada. O segundo indicativo foi à escola que adiantada pela empresa líder; a empresa devolveu o dinheiro ao prefeito, mas saiu como se fosse para a empresa, e disse que depois daria o retorno em material para levantar a escola. A situação caótica das escolas, do transporte publico e indícios que a empresa Transambiental era de fachada, ou seja, tudo não passava de um faz de conta, pois tudo está parado e caótico no município”, finalizou.



Mandados

A operação Murucutum cumpriu oito (8) mandados de busca e apreensão sendo 4 em Acará e 4 em Belém.

Os agentes do Gaeco e os membros do NCIC cumpriram os mandados de busca e apreensão na sede da prefeitura do Acará e nas residências dos envolvidos: José Maria de Oliveira Mota Junior, prefeito; Anazildo Moraes, controlador-geral do município; Nara Pacheco Puga, tesoureira da prefeitura e seu marido Gerson Francisco Mendes Ribeiro, ex-proprietário da Empresa EC Tavares.

Na residência do prefeito, no Acará, foi encontrada arma de grosso calibre, coldres e um cofre.

As empresas investigadas são a GBN Consultoria Contábil Ltda, Transambiental Ltda e EC Tavares Eireli.

Os mandados foram expedidos pela juíza, no exercício do cargo de desembargadora, Nadja Nara Cobra Medra.

Na casa do prefeito no Acará os agentes do GAECO e membros do NCIC encontraram arma de grosso calibre e coldres, esse fato pressupõe que possa haver mais armas no local. Um cofre também foi apreendido na residência.

Participaram da operação o procurador de Justiça Nelson Pereira Medrado e os promotores de Justiça Harrison Henrique da Cunha Bezerra, Sabrina Said Daibes de Amorim, Bruno Beckembauer Sanches Damasceno, Hélio Rubens Pinho Pereira, Daniel Henrique Queiroz de Azevedo e Diego Libardi Rodrigues, este titular da promotoria do Acará.

Texto: Edson Gillet
Fotos: Letícia Miranda e Ana Paula Lins (graduandas do curso de jornalismo)

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